Algumas das atividades definidas para este projecto (mostra de plantas autóctones e comercialização de plantas medicinais/aromáticas, de chás, bolos, biscoitos e bolachas) foram desenvolvidas de modo a que fosse possível participar na Feira Medieval. Estes produtos foram devidamente identificados com recurso a etiquetas, nas quais constava o nome e propriedades em língua portuguesa e inglesa.
O projeto foi apresentado no site do agrupamento e noticiado nos meios de comunicação social da região, mas a participação na Feira Medieval permitiu uma divulgação mais alargada. As turmas do 6 D, 10 D e 11 D dinamizaram um espaço, no qual se demonstrou como extrair essências e foram comercializados diferentes produtos: saquinhos de chás em pano-cru (cidreira, funcho, hipericão, lúcia lima e carqueja) e de plantas aromáticas (louro e carqueja) cultivadas e/ou colhidas pelos alunos; plantas aromáticas envasadas (manjericão, cebolinho, orégãos, coentro, salsa, tomilho, hortelã, etc.); bolos diversos; biscoitos secos (azeite, manteiga e chocolate); queques de cidreira e bolachinhas de alecrim, que colheram o agrado de quem passou no espaço do projeto. Foram comercializados chás quentes (lúcia-lima, hipericão, tília e cidreira) em caneca de barro e alguns alunos fizeram venda ambulante das plantas, chás, bolos e biscoitos.
Neste espaço, foram, ainda, apresentados poemas sobre a época, pósteres e marcadores de livros que os alunos produziram e que ilustram alguma fauna e flora local, bem como o herbário e exemplares de plantas e árvores autóctones existentes na Mata das Misericórdias.
É de salientar o empenho dos alunos que, trajados a rigor, se revezaram de modo a assegurar uma constante dinamização do espaço, o que permitiu que todos participassem e usufruíssem das diferentes atividades que foram decorrendo na vila (cortejo, danças e encenações várias relativas ao momento histórico que este certame pretende retratar).

































